Talvez a razão pela qual os gregos interrompessem mesmo as guerras, quando chegava o momento dos esportes (das Olimpíadas – todo mundo sabe...) é que sabiam (filósofos e poetas “divinos” como eram) que milagres podiam acontecer e que, talvez, um ou outro “deus” ou “semideus” desse o ar da graça nos dias em que “a coisa estivesse rolando”. Bem, se você e eu pararmos pra pensar, foi o que aconteceu nesses dois últimos domingos: Roger Federer bateu Rafael Nadal, na final do Australian Open 2017 e “ the New England Patriots ”/Tom Brady venceram o Super Bowl 51. Foram – penso – duas das maiores vitórias no terreno individual e no coletivo, nos últimos 50 anos. “O que é que há demais, nisto tudo?!...” Meu caro... Você que não viu ambos os eventos não tem ideia do que significam, significaram e vão significar pro esporte, pelas próximas décadas... Vamos tentar entender o tamanho de tudo isso, um pouco. Roger Federer, aos quase 36 anos, bate seu maior rival (a qu...
É provável que a frase mais conhecida do talvez mais "difícil" filósofo do século XX (o singular e profundíssimo Immanuel kant*) seja esta: "Duas coisas me enchem constantemente de espanto: o céu estrelado sobre mim e a lei moral dentro de mim". Como meio mundo de gente, ontem busquei ver a dita cuja "Superlua que não se verá nos próximos sei lá quantos e tantos anos". Confesso que me atrasei e não cheguei à praia no horário em que eu imaginei que ela surgiria no horizonte (o fim da tarde, começo da noite - por óbvio). Assim, quando a vi cara a cara, já estávamos pelas 18:30hs e ela, branquinha, não me pareceu estar mais gorda ou mais alta do que há cerca de trinta dias (estava "um espetáculo", como sempre; mas não me pareceu haver nada de "Super" nela - perdoem-me se pareço chato). Como eu, havia uma infinidade de pessoas (quase ninguém estava só): muitas famílias inteiras (não poucas com a ...
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